• Apostolado FERR

Missa do Sábado da III semana da Quaresma




SÁBADO DA III SEMANA DA QUARESMA

III classe, paramentos roxos

Estação em Santa Susana


A Estação é celebrada na igreja de Santa Susana, virgem romana e mártir. A razão para escolher esta igreja é a leitura que é feita hoje da história da casta Susana, filha de Helcias, que a Igreja coloca para servir como modelo para os cristãos. Deus é o protetor dos inocentes (Leitura), mas pelos méritos que Jesus Cristo ganhou na Cruz, encontram também os pecadores o perdão (Evangelho), contanto que humildemente se arrependam de suas culpas.


INTRÓITO

(Sl 5,2-4)

VERBA mea áuribus pércipe, Dómine, intéllege clamórem meum: inténde voci oratiónis meæ, Rex meus et Deus meus. PS. Quóniam ad te orábo, Dómine: mane exáudies vocem meam. Glória Patri. Verba mea.


SENHOR, prestai ouvidos às minhas palavras, compreendei o meu clamor. Atendei à minha oração, ó meu Rei e meu Deus. SL. A Vós dirijo a minha prece, Senhor; desde a manhã, ouvireis a minha voz. Glória ao Pai. Senhor, prestai ouvidos.


COLETA

PRÆSTA, quǽsumus, omnípotens Deus: ut, qui se, affligéndo carnem, ab aliméntis ábstinent; sectándo justítiam, a culpa jejúnent. Per Dóminum.


NÓS Vos suplicamos, ó Deus onipotente, concedei aos que se abstém de alimento para castigar o corpo, fujam também da culpa, praticando a justiça. Por Nosso Senhor.


EPÍSTOLA

(Dn 13,1-9.15-17.19-30.33-62)

Léctio Daniélis Prophétæ.

IN diébus illis: Erat vir hábitans in Babylóne, et nomen ejus Jóakim: et accépit uxorem nómine Susánnam, fíliam Helcíæ pulchram nimis, et timéntem Deum: paréntes enim illíus cum essent justi, erudiérunt fíliam suam secúndum legem Móysi. Erat autem Jóakim dives valde, et erat ei pomárium vicínum dómui suæ: et ad ipsum confluébant Judǽi, eo quod esset honorabílior ómnium. Et constítuti sunt de pópulo duo senes júdices in illo anno: de quibus locútus est Dóminus: «Quia egréssa est iníquitas de Babylóne a senióribus judícibus qui videbántur régere pópulum.» Isti frequentábant domum Jóakim, et veniébant ad eos omnes, qui habébant judícia. Cum autem pópulus revertísset per merídiem, ingrediebátur Susánna, et deambulábat in pomário viri sui. Et vidébant eam senes cotídie ingrediéntem et deambulántem: et exarsérunt in concupiscéntiam ejus: et evertérunt sensum suum, et declinavérunt óculos suos, ut non vidérent cœlum, neque recordaréntur judiciórum justórum. Factum est autem, cum observárent diem aptum, ingréssa est aliquándo sicut heri et núdius tértius, cum duábus solis puéllis, voluítque lavári in pomário: æstus quippe erat, et non erat ibi quisquam præter duos senes abscónditos et contemplántes eam. Dixit ergo puéllis: «Afférte mihi óleum et smígmata, et óstia pomárii cláudite, ut laver.» Cum autem egréssæ essent puéllæ, surrexérunt duo senes, et accurrérunt ad eam, et dixérunt: «Ecce, óstia pomárii clausa sunt, et nemo nos videt, et nos in concupiscéntia tui sumus: quam ob rem assentíre nobis, et commiscére nobiscum. Quod si nolúeris dicémus contra te testimónium quod fúerit tecum júvenis, et ob hanc causam emíseris puéllas a te.» Ingémuit Susánna, et ait: «Angústiæ sunt mihi úndique: si enim hoc égero, mors mihi est: si autem non egero, non effúgiam manus vestras. Sed mélius est mihi absque ópere incídere in manus vestras quam peccáre in conspéctu Dómini.» Et exclamávit voce magna Susánna: exclamavérunt autem et senes adversus eam. Et cucúrrit unus ad óstia pomárii, et aperuit. Cum ergo audíssent clamórem fámuli domus in pomário, irruérunt per postícum, ut vidérent, quidnam esset. Postquam autem senes locúti sunt, erubuérunt servi veheménter: quia numquam dictus fúerat sermo hujuscémodi de Susánna. Et facta est dies crástina. Cumque venísset pópulus ad Jóakim virum ejus venérunt et duo senióres, pleni iníqua cogitatióne advérsus Susánnam, ut interfícerent eam. Et dixérunt coram pópulo: «Míttite ad Susánnam fíliam Helcíæ uxórem Jóakim.» Et statim misérunt. Et venit cum paréntibus et fíliis et univérsis cognátis suis. Fiébant ígitur sui, et omnes qui nóverant eam. Consurgéntes autem duo senióres in médio pópuli, posuérunt manus suas super caput ejus. Quæ flens suspéxit ad cœlum: erat enim cor ejus fidúciam habens in Dómino. Et dixérunt senióres: «Cum deambularémus in pomário soli, ingréssa est hæc cum duábus puéllis: et clausit óstia pomárii et dimísit a se puéllas. Venítque ad eam adoléscens, qui erat abscónditus, et concúbuit cum ea. Porro nos, cum essémus in ángulo pomárii, vidéntes iniquitátem, cucúrrimus ad eos, et vídimus eos pariter commiscéri. Et illum quidem non quívimus comprehéndere, quia fórtior nobis erat, et apértis óstiis exsilívit: hanc autem cum apprehendissémus interrogávimus, quisnam esset adoléscens, et nóluit indicáre nobis: hujus rei testes sumus.» Crédidit eis multitúdo quasi sénibus et judícibus pópuli, et condemnavérunt eam ad mortem. Exclamávit autem voce magna Susánna, et dixit: «Deus ætérne, qui absconditórum es cógnitor, qui nosti ómnia, ántequam fiant, tu scis, quóniam falsum testimónium tulérunt contra me: et ecce, mórior, cum nihil horum fécerim, quæ isti malitióse composuérunt advérsum me.» Exaudívit autem Dóminus vocem ejus. Cumque ducerétur ad mortem, suscitávit Dóminus spíritum sanctum pueri junióris, cujus nomen Dániel. Et exclamávit voce magna: «Mundus ego sum a sánguine hujus.» Et convérsus omnis pópulus ad eum, dixit: «Quis est iste sermo, quem tu locútus es?» Qui cum staret in médio eórum ait: «Sic fátui, fílii Israël, non judicántes, neque quod verum est cognoscéntes, condemnástis fíliam Israël? Revertímini ad judícium, quia falsum testimónium locúti sunt advérsus eam.» Revérsus est ergo pópulus cum festinatióne. Et dixit ad eos Dániel: «Separáte illos ab ínvicem procul, et dijudicábo eos.» Cum ergo divísi essent alter ab áltero vocávit unum de eis, et dixit ad eum: «Inveteráte diérum malórum, nunc venérunt peccáta tua quæ operabáris prius: júdicans judícia injústa, innocéntes ópprimens, et dimíttens nóxios dicénte Dómino: “Innocéntem et justum non interfícies.” Nunc ergo, si vidisti eam, dic, sub qua arbóre vidéris eos colloquéntes sibi.» Qui ait: «Sub schino.» Dixit autem Dániel: «Recte mentítus es in caput tuum.» Ecce enim Angelus Dei, accépta senténtia ab eo, scindet te médium.» Et amóto eo, jussit veníre álium, et dixit ei: «Semen Chánaan, et non Juda, spécies decépit te, et concupiscéntia subvértit cor tuum: sic faciebátis filiábus Israël et illæ timéntes loquebántur vobis: sed fília Juda non sustínuit iniquitátem vestram. Nunc ergo dic mihi, sub qua arbóre comprehénderis eos loquéntes sibi.» Qui ait: «Sub prino.» Dixit autem ei Dániel: «Recte mentítus es et tu in caput tuum: manet enim Angelus Dómini, gládium habens, ut secet te médium et interfíciat vos.» Exclamávit itaque omnis cœtus voce magna, et benedixérunt Deum qui salvat sperántes in se. Et consurrexérunt advérsus duos senióres (convícerat enim eos Dániel ex ore suo falsum dixísse testimónium), fecerúntque eis, sicut male égerant advérsus próximum: et interfecérunt eos et salvátus est sanguis innóxius in die illa.


Leitura do livro do profeta Daniel.

NAQUELES dias, havia na Babilônia um homem chamado Joaquim. Ele tomou por esposa Susana, filha de Elcias. Ela era bela e temente a Deus. Seus pais eram justos e haviam educado sua filha segundo a lei de Moisés. Joaquim, muito rico, possuía um jardim perto de casa; muitos judeus vinham a sua casa, porque era o mais estimado entre eles. Haviam escolhido para juízes, aquele ano, dois anciãos entre o povo, daqueles de quem disse o Senhor: A iniquidade veio da Babilônia por anciãos, juízes que pretendiam governar o povo. Eles frequentavam a casa de Joaquim, e todos aqueles que tinham processos vinham procurá-los. Quando a multidão se retirava ao meio-dia, Susana entrava no jardim de seu marido, para passear. Os dois anciãos, que a viam entrar todos os dias para o seu passeio, puseram-se a desejá-la; sufocando a própria consciência, desviaram os olhos do céu e de seus justos juizos. Como aguardassem uma ocasião favorável, Susana entrou no jardim como nos dias precedentes, acompanhada apenas de duas moças; e, como fizesse calor, teve vontade de banhar-se no jardim. Não havia ninguém ali, exceto os dois anciãos, que se tinham escondido e que espiavam. Ela disse às moças: “Trazei-me óleo e perfumes, e fechai a porta do jardim, a fim de que eu possa banhar-me.” Logo que as moças saíram, os dois anciãos se ergueram, correram até Susana e lhe disseram: “As portas do jardim estão fechadas, ninguém nos pode ver; nós te desejamos: cede ao nosso desejo, e entrega-te a nós! Se recusares, daremos testemunho contra ti, dizendo que havia um moço contigo, e que por isto mandaste embora as moças!” Susana gemeu: “De qualquer modo estou perdida: Se cedo ao que pedis, será para mim a morte; e se recuso, não escaparei de vós! Mas prefiro cair em vossas mãos sem ceder, do que pecar na presença do Senhor.” Então, Susana soltou um grande grito, e os dois anciãos gritaram também contra ela. Um deles correu a abrir as portas do jardim. Quando as pessoas da casa ouviram os gritos no jardim, precipitararn-se pela porta de trás para ver o que tinha acontecido. Então os anciãos falaram e os servos ficaram perplexos, porque jamais se dissera tal coisa de Susana. No dia seguinte o povo se reuniu em casa de Joaquim, marido de Susana. Chegaram os dois anciãos, cheios de pensamentos perversos contra ela, e decididos a fazê-la morrer. Disseram perante o povo: “Mandai buscar Susana, filha de Elcias, esposa de Joaquim.” Logo o foram, e ela se apresentou com seus pais, seus filhos e todos os seus parentes. Choravam os seus, e aqueles que a viam. Os dois anciãos se levantaram no meio do povo, e puseram-lhe as mãos sobre a cabeça. Em pranto, ela erguia os olhos para o céu, pois seu coração confiava no Senhor. Os anciãos disseram: “Como passeássemos sozinhos no jardim, esta mulher entrou com duas servas. Fechou as portas do jardim e mandou as servas embora. Então um moço que estava escondido veio a ela, e com ela pecou. Nós estávamos no canto do jardim, vimos o crime, e corremos até eles. Vimos juntos os dois, mas não pudemos agarrar o moço, porque era mais forte do que nós: abriu as portas e fugiu. Quanto a ela, nós a agarramos, e perguntamos quem era o moço, mas ela não quis dizê-lo. Eis o nosso testemunho.” A assembléia acreditou neles, porque eram anciãos e juízes do povo, e a condenaram à morte. Então Susana gritou com voz forte e disse: “Deus eterno, tu penetras os segredos, e conheces todas as coisas antes que aconteçam. Sabes que levantaram contra mim um falso testemunho, e eis que vou morrer inocente de tudo o que sua maldade inventou contra mim!” O Senhor ouviu sua súplica. Como a levassem para a morte, Deus fez surgir uma santa inspiração num moço chamado Daniel, que se pôs a gritar: “Eu sou inocente do sangue desta mulher!” Todo o povo se voltou para ele, e perguntaram-lhe: “Que foi que disseste?” De pé, no meio do povo, ele disse então: “Sois assim tão loucos, filhos de Israel, para condenares esta filha de Israel, sem julgar e sem conhecer a verdade? Voltai ao tribunal, pois um falso testemunho foi levantado contra ela.” O povo voltou às pressas. E Daniel lhes disse: “Separai-os um do outro, e eu os interrogarei.” Quando foram separados, Daniel chamou o primeiro e lhe disse: “Tu envelheceste no mal e carregas agora o peso de teus pecados, que cometeste outrora julgando injustamente, condenando inocentes e liberando os culpados, quando o Senhor diz, no entanto: Tu não farás morrer o inocente e o justo. Pois bem! Se tu a viste, dize-nos debaixo de que árvore foi que os viste juntos?” Ele respondeu: “Debaixo de um lentisco.” Daniel disse: “Tua mentira caia direto sobre tua cabeça, porque o anjo de Deus, à sua ordem, vai te partir em dois.” Ele o mandou embora, ordenou que trouxessem o outro, e lhe disse: “Raça de Canaan e não de Judá, a beleza te seduziu e o desejo perverteu o teu coração. Era assim que fazíeis com as filhas de Israel, e elas, de medo, entregavam-se a vós. Mas uma filha de Judá não pode suportar vossa infâmia. Dize-me, pois, debaixo de que árvore tu os viste juntos?” Ele disse: “Debaixo de um carvalho.” Daniel lhe disse: “Tu também, caia tua mentira direto sobre tua cabeça, pois o anjo de Deus espera, de espada na mão, para cortar-te em dois, e fazer-vos perecer.” Então toda a assembléia se pôs a gritar e bendisse o Senhor que salva os que nele esperam. Em seguida, voltaram-se contra os dois anciãos que Daniel convencera de falso testemunho, por suas próprias bocas. Submeteram ambos ao castigo que haviam preparado contra o próximo, e os fizeram morrer. E naqueles dias foi poupada uma vida inocente.


GRADUAL

(Sl 22,4)

SI ÁMBULEM in médio umbræ mortis, non timébo mala: quóniam tu mecum es, Dómine. V. Virga tua et báculus tuus, ipsa me consoláta sunt.


MESMO as sombras da morte atravessando, nenhum mal temerei: estás comigo. V. Vosso bastão e cajado, eis meu consolo.


EVANGELHO

(Jo 8,1-11)

Sequéntia sancti Evangélii secúndum Joánnem.

IN illo témpore: Perréxit Jesus in montem Olivéti: et dilúculo íterum venit in templum, et omnis pópulus venit ad eum, et sedens docébat eos. Addúcunt autem scribæ et pharisǽi mulíerem in adultério deprehénsam: et statuérunt eam in médio et dixérunt ei: «Magister, hæc mulier modo deprehénsa est in adultério. In lege autem Moyses mandávit nobis hujúsmodi lapidáre. Tu ergo quid dicis?» Hoc autem dicébant tentántes eum ut possent accusáre eum. Jesus autem inclínans se deórsum dígito scribébat in terra. Cum ergo perseverárent interrogántes eum, eréxit se, et dixit eis: «Qui sine peccáto est vestrum primus in illam lápidem mittat.» Et íterum se inclínans, scribébat in terra. Audiéntes autem unus post unum exíbant, incipiéntes a senióribus: et remánsit solus Jesus, et múlier in médio stans. Erigens autem se Jesus, dixit ei: «Múlier, ubi sunt, qui te accusábant? nemo te condemnávit?» Quæ dixit: «Nemo, Dómine.» Dixit autem Jesus: «Nec ego te condemnábo: Vade, et jam ámplius noli peccáre.»


Continuação do santo Evangelho segundo São João.

NAQUELE tempo, dirigiu-se Jesus ao Monte das Oliveiras. Mas, ao amanhecer, voltou ao Templo, e todo o povo se juntou em torno. Tendo-se sentado, os ensinava. Os escribas e fariseus trazem-lhe, então, certa mulher surpreendida em adultério. Colocam-na bem no meio, dizendo a Jesus: “Senhor, esta mulher foi surpreendida quando cometia adultério. Ordena Moisés, na Lei, apedrejar tais mulheres; tu, o que dizes?” Falavam assim para pô-lo à prova, a fim de poderem acusá-lo. Mas Jesus, abaixando-se, pôs-se a escrever com o dedo no chão. Como persistissem em interrogá-lo, ele se ergueu e disse: “Aquele de vós que estiver sem pecado, atire-lhe a primeira pedra!” Depois, abaixando-se de novo, recomeçou a escrever no chão. Mas eles, após tê-lo ouvido, afastaram-se, um depois do outro, a começar pelos mais velhos. Jesus ficou sozinho, e a mulher continuava no meio. Então, erguendo-se, ele disse: “Mulher, onde estão eles, aqueles que te acusavam? Ninguém te condenou?” Ela respondeu: “Ninguém, Senhor.” Jesus replicou: “Eu também não te condeno: vai! E, de agora em diante, não peques mais.”


OFERTÓRIO

(Sl 118,133)

GRESSUS meos dírige secúndum elóquium tuum: ut non dominétur mei omnis injustítia, Dómine.


DIRIGI os meus passos segundo a vossa palavra para que maldade nenhuma domine sobre mim, ó Senhor.


SECRETA

CONCÉDE, quǽsumus, omnípotens Deus: ut hujus sacrifícii munus oblátum, fragilitátem nostram ab omni malo purget semper et múniat. Per Dóminum.


PERMITI, Vos rogamos, ó Deus onipotente, que a oblação deste Sacrifício purifique sempre de todo o mal a nossa fragilidade e a fortaleça. Por Nosso Senhor.


Prefácio da Quaresma.


COMUNHÃO

(Jo 8,10,11)

NEMO te condemnávit, mulier? Nemo, Dómine. Nec ego te condemnábo: jam ámplius noli peccáre.


NINGUÉM te condenou, mulher? Ninguém, Senhor. Nem eu te condenarei. Doravante, não tornes a pecar.


PÓSCOMUNHÃO

QUǼSUMUS, omnípotens Deus: ut inter ejus membra numerémur, cujus córpori communicámus et sánguini: Qui tecum.


NÓS Vos pedimos, ó Deus onipotente, que sejamos contados entre os membros d’Aquele cujo Corpo e Sangue recebemos e que, sendo Deus, convosco vive e reina.


ORAÇÃO SOBRE O POVO

Oremus.

Humiliáte cápita vestra Deo.

PRÆTÉNDE, Dómine, fidélibus tuis déxteram cœléstis auxílii: ut te toto corde perquírant; et, quæ digne póstulant, cónsequi mereántur. Per Dóminum.


Oremos.

Humilhai as vossas cabeças diante de Deus.

ESTENDEI, Senhor, sobre os vossos fiéis a vossa Destra, dando-lhes o socorro celeste para que eles Vos procurem com todo o coração e mereçam alcançar o que dignamente suplicam. Por Nosso Senhor.


Pode-se dizer:

V. Benedicámus Dómino.

R. Deo Grátias.



RECURSOS:

COMENTÁRIOS LITÚRGICOS: Dom Gueranger

Partes próprias da Missa: partituras

Sermão:

Meditação: Terceira dor de Maria Santíssima – Perda de Jesus no templo





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