• Apostolado FERR

O I Domingo da Paixão




COMENTÁRIOS LITÚRGICOS SOBRE O

I DOMINGO DA PAIXÃO

O Ano Litúrgico

Dom Próspero Gueranger

Ensinamento da Liturgia – A Igreja começa hoje no ofício da noite por estas palavras graves do rei profeta. No passado, os fiéis consideravam um dever frequentar os cultos noturnos, pelo menos aos domingos e feriados; eles não perdiam os ensinamentos da Liturgia. Mas os séculos passaram e a casa de Deus não foi frequentada com a assiduidade que constituía a alegria de nossos pais. Pouco a pouco os costumes foram perdidos e o clero parou de celebrar publicamente os ofícios que não eram concorridos. Fora dos cabildos e mosteiros, o conjunto harmonioso de louvor divino não é mais ouvido, e as maravilhas da Liturgia são apenas incompletamente conhecidas.

Choro do Senhor – Por esta razão, nós nos esforçamos para colocar diante da consideração de nossos leitores certas características de alguns ofícios que de outra forma permaneceriam para eles como se existissem. O que mais nos move hoje do que esta advertência, tirada de Davi, que a Igreja nos dirige e que se repetirá em todas as Matinas até o dia da Ceia do Senhor? Pecadores, ele nos diz, neste dia em que a voz melancólica do Redentor é ouvida, não sejam inimigos de si mesmos, deixando seus corações endurecidos. O Filho de Deus lhe dá o último e mais vivo sinal do amor pelo qual desceu do céu; sua morte está próxima; a madeira na qual o novo Isaac será imolado já está preparada; entre em si mesmos e não permita que o seu coração se mova, talvez, por um momento, retorne à sua dureza comum. Haveria o maior perigo. Esses aniversários têm a virtude de renovar as almas cuja fidelidade coopera com a graça que lhes foi oferecida; mas aumenta a insensibilidade daqueles que as passam sem se arrependerem. “Se, então, ouvis hoje a voz do Senhor, não endureçais os vossos corações.”

Últimos dias da vida pública de Jesus – Durante as semanas anteriores, vimos a malícia dos inimigos do Salvador crescer a cada dia. Sua presença, sua visão os irrita e sente-se que este ódio reprimido aguarda o momento propício para estourar. A bondade, a doçura de Jesus continua a seduzir as almas puras e retas; enquanto a humildade de sua vida e pureza inflexível da doutrina humilha mais e mais ao judeu orgulhoso que sonha com um Messias conquistador, e ao fariseu que não tem escrúpulos para aprovar leis para torná-las um instrumento de suas paixões. No entanto, Jesus continua o curso de seus milagres; seus discursos são cheios de energia desconhecida; suas profecias ameaçam a cidade e o famoso templo daqueles que não permanecerão pedra sobre pedra. Os doutores da lei devem, pelo menos, refletir, analisar suas maravilhas que testemunham o Filho de Davi, e reler tantos oráculos divinos até agora cumpridos com absoluta fidelidade. Oh! Esses oráculos devem ser cumpridos até o último til. Davi e Isaías não fizeram senão prever as humilhações e dores do Messias, que esses homens cegos não demorarão em realizar.

Obstinação da sinagoga e do pecador – Neles esta palavra é cumprida: “aquele que blasfema contra o Espírito Santo, o pecado não será perdoado nesta vida ou na outra” (Mt 12,32). A sinagoga corre para a maldição. Obstinada em seu erro, ela não quer ouvir, nem ver nada. Fez um julgamento ao seu gosto, extinguiu em si a luz do Espírito Santo e nós vamos vê-la descer por todos os graus de aberração para o abismo. Um triste espetáculo que ainda hoje é muito frequente em pecadores que, resistindo à luz de Deus, acabam encontrando repouso na escuridão! E não se surpreenda ao descobrir em outros homens o comportamento que observamos nos atores do drama que será cumprido. A história da Paixão do Filho de Deus nos dará mais de uma lição sobre os segredos do coração humano e suas paixões. Não pode ser de outra forma porque o que acontece em Jerusalém é renovado no coração do pecador. Este coração é um calvário, no qual, segundo o Apóstolo, Jesus Cristo é sacrificado frequentemente. A mesma ingratidão, a mesma cegueira, a mesma fúria, com a diferença de que o pecador, quando iluminado pela fé, sabe quem ele crucifica, enquanto os judeus, como diz São Paulo, não sabiam como nós o Rei da Glória (Cor 2,8) a quem pregamos na cruz. Seguindo os relatos do evangelho que serão colocados diante de nossos olhos dia a dia, eles devem nos indicar que nossa indignação contra os judeus também deve se voltar contra nós e nossos pecados. Nós lamentamos as dores de nossa vítima, a qual nossos pecados nos obrigaram a suportar, tal sacrifício.

A ocultação de Jesus – Neste momento tudo convida ao duelo. No altar, desapareceu até a cruz sob um véu e as imagens dos santos estão cobertas, a Igreja aguarda o maior infortúnio. Apenas nos lembra, neste momento, da penitência do homem-Deus; e treme pensando nos perigos de que está cercado. Muito em breve iremos ler no Evangelho que o Filho de Deus está prestes a ser apedrejado como um blasfemo; mas seu tempo ainda não havia chegado. Ele teve que fugir e se esconder. Um Deus inteiro se esconde para fugir da ira dos homens! Que contraste! É por causa da fraqueza ou medo da morte? Só de pensar nisso seria blasfêmia; em breve vamos vê-lo aparecer diante de seus inimigos. Se agora ele evita a ira dos judeus, é porque ainda não se cumpriram o que foi dito pelos profetas. Por outro lado, ele não deveria morrer por pedras, mas sobre a madeira amaldiçoada que, a partir de agora, se tornará a árvore da vida.

Adão e Jesus – Vamos nos humilhar, vendo que o Criador do céu e da terra tem que se subtrair dos olhos dos homens, para escapar de sua raiva. Pense no dia do primeiro crime em que Adão e Eva, pecadores, também se esconderam porque estavam nus. Jesus veio para lhe dar a certeza do perdão: e eis que está oculto; não porque ele está nu, Ele que é para os seus santos a veste da santidade e imortalidade, mas porque ele se fez fraco, para nos dar força. Nossos primeiros pais queriam se esconder do olhar de Deus; Jesus está oculto dos homens; mas nem sempre será assim. Chegará o dia em que os pecadores, diante dos quais parece que ele foge hoje, implorará às rochas e montanhas que caiam sobre eles e os subtrairão de seus olhos; mas seu pedido será estéril. “Eles verão o Filho do homem assentado sobre as nuvens do céu, com poderosa e soberana majestade” (Mt 24,30).

Este domingo é chamado Domingo da Paixão porque a Igreja hoje começa a tomar especial cuidado com os sofrimentos do Redentor. É também chamado de Domingo Júdica, por começar com esta palavra o Introito da Missa; finalmente Domingo do Neomenia, isto é, da nova lua da Páscoa porque sempre cai depois da lua nova que serve para fixar a festa da Páscoa.

Na igreja grega, neste domingo, não tem outro nome senão o V Domingo dos Santos Jejuns.

MISSA

Em Roma a estação é celebrada na basílica de São Pedro. A importância deste domingo, que não dá o seu lugar a nenhuma outra festa, por mais solene que seja, exigiu que o encontro dos fiéis se realizasse em um dos mais augustos santuários da cidade eterna. O Introito é composto pelo Salmo 42. O Messias implora o julgamento de Deus e protesta contra a sentença que os homens vão ditar contra ele. Mostra ao mesmo tempo sua esperança na ajuda de seu Pai, que após o julgamento o admitirá triunfante em sua glória.

O Intróito é composto pelo Salmo 42. O Messias implora o julgamento de Deus e protesta contra a sentença que os homens emitirão contra Ele. Ao mesmo tempo, mostra sua esperança na ajuda de seu Pai, que após o julgamento o admitirá triunfante em sua glória.

INTRÓITO

JULGAI-ME, ó Deus, e separai da gente ímpia a minha causa; livrai-me do homem injusto e falso. Porque Vós sois meu Deus e minha força. SL. Derramai sobre mim a vossa luz e a vossa verdade, para que elas me guiem e me conduzam ao vosso monte e a vossos tabernáculos. – Julgai-me.

A partir de agora o Gloria Patri é dito apenas nas Missas festivas; mas o Intróito é repetido.

Na Coleta a Igreja pede a seus fiéis a reforma completa que o tempo sagrado da Quaresma chama a reproduzir e que deve, ao mesmo tempo, submeter os sentidos ao espírito e preservá-lo das ilusões e seduções às quais tem estado muitas vezes sujeito até agora.

COLETA

Ó DEUS onipotente, nós Vos suplicamos que olheis propício para vossa família, a fim de que, por vossa liberalidade seja dirigida a sua vida corporal e por vossa proteção seja amparada na vida espiritual. Por Nosso Senhor.

EPÍSTOLA

Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Hebreus.

IRMÃOS, Cristo apareceu como Sumo Sacerdote dos bens vindouros e entrou num tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não feito por mãos do homem (isto e, não desta criação); não levou consigo o sangue de cordeiros ou bezerros, mas com seu próprio sangue entrou uma só vez no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna. Pois, se o sangue de cordeiros e de touros e a cinza da novilha, com que se aspergem os impuros, santificam e purificam pelo menos os corpos, quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno ofereceu o si mesmo como vítima sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência das obras mortas para o serviço do Deus vivo? Por isso ele é mediador do novo testamento. Assim, por sua morte expiou as faltas ocorridas durante o primeiro testamento, para que os eleitos recebam a herança eterna que lhes foi prometida em Jesus Cristo, Nosso Senhor.

A salvação no Sangue de um Deus – O homem só pode ser resgatado pelo sangue. A indignada majestade divina só será aplacada pelo extermínio da criatura rebelde cujo sangue derramado na terra com sua vida testemunhará seu arrependimento e sua completa submissão Àquele contra quem se rebelou. Caso contrário, a justiça de Deus será compensada pelo tormento eterno do pecador. Todos os povos entenderam isso, do sangue dos cordeiros de Abel ao que fluía em torrentes nas carnificinas da Grécia, e nas inúmeras imolações com que Salomão inaugurou a dedicação do templo. No entanto, Deus diz: “Ouça, Israel, eu sou o seu Deus. Não te repreendo pelos teus sacrifícios, porque tenho sempre diante de ti os meus holocaustos; Eu não tiro da sua casa o recenseamento, nem dos seus rebanhos os seus carneiros. Todos esses animais não são meus? Se eu estivesse com fome, não iria até você, porque meu é o mundo e tudo o que ele contém. Eu tenho que comer carne de seus touros, ou eu vou ter que beber sangue de seus filhos?” (Sl 49). Então Deus ordena os sacrifícios sangrentos, e declara que eles não são nada aos seus olhos. Existe uma contradição? Não. Uma vez que o homem entenda que ele não pode ser resgatado exceto pelo sangue, e que o sangue dos animais é muito grosseiro para realizar esse resgate. Será o sangue do homem que aplacará a justiça divina? O homem é impuro e manchado, e é incapaz de compensar o ultraje feito a Deus, o sangue de um Deus é necessário, e Jesus se oferece para derramar o seu.

Nele será cumprido a maior figura da lei antiga. Uma vez por ano, o Sumo Sacerdote entrava no Santo dos Santos para rezar pelo povo. Ele ficava atrás do véu, de frente para a Arca Sagrada; esse favor foi concedido com a condição de que ele entrasse nesse recinto sagrado carregando em suas mãos o sangue da vítima que acabara de sacrificar. Hoje em dia, o Filho de Deus, sumo sacerdote por excelência, fará a sua entrada no céu, e iremos atrás dele; mas é necessário que isso seja apresentado com sangue, e esse sangue não pode ser outro senão o dele. Nós vamos ver cumprir esta prescrição divina. Abramos nossos corações, portanto, para que ele possa “purificá-los das obras mortas, como o Apóstolo acabou de nos dizer, e nos deixe servir o Deus vivo no futuro”.

O Gradual é retirado do Saltério; o Salvador pede para ser libertado de seus inimigos e separado da ódio de um motim contra ele; mas, ao mesmo tempo, ele aceita cumprir a vontade de seu Pai, por quem será vingado.

GRADUAL

LIVRAI-ME, Senhor, de meus inimigos, e ensinai-me a fazer a vossa vontade. V. Vós, Senhor, sois quem me livra do furor de meus inimigos, quem me exalta sobre os meus adversários. Vós me defendeis do homem iníquo.

No Tracto, retirado do mesmo texto, o Messias, com o nome de Israel, reclama da fúria dos judeus que o perseguem desde a juventude e correm para fazê-lo sofrer açoites cruéis. Anuncia ao mesmo tempo os castigos que os deicidas atrairão sobre eles mesmos.

TRACTO

DESDE a minha mocidade muitas vezes me combateram. V. Diga-o agora Israel: Desde a minha mocidade muitas vezes me combateram. V. Mas não prevaleceram contra mim. Em minhas costas ficaram sinais das pancadas dos pecadores. V. Prolongaram as suas iniquidades. O Senhor, que é justo, esmaga as cabeças dos pecadores.

EVANGELHO

Leitura do santo Evangelho segundo São João.

NAQUELE tempo, disse Jesus à multidão dos judeus: “Quem de vós me convencerá de pecado? Se eu digo a verdade, porque não acreditais? Aquele que de Deus, ouve as palavras de Deus. Por isso é que não ouvis: porque não sois de Deus.” Os judeus responderam: “Não temos razão em dizer que és um samaritano e que tens em ti um demônio?” Jesus respondeu: “Não tenho um demônio em mim, mas honro meu Pai, enquanto vós me desonrais. Não sou eu que procuro a minha glória: há alguém que a procura e que julga. Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guarda a minha palavra, jamais saberá o que é a morte.” Os judeus lhe disseram: “Agora temos a certeza de que tens um demônio. Abraão morreu, os profetas também, e tu dizes: Se alguém guarda a minha palavra jamais saberá o que é a morte. Serás acaso maior que o nosso pai Abraão, que morreu? E os profetas também morreram. Que pretendes ser?” Jesus respondeu: “Se eu me glorifico a mim mesmo, nada vale a minha glória; mais eis o meu Pai, ele me glorifica, ele, de quem dizeis, que é o vosso Deus. E vós não o conheceis, mas eu o conheço; e se dissesse que o não conheço, seria igual a vós, um mentiroso. Mas eu o conheço, e guardo a sua palavra. Abraão, vosso pai, exultou ao pensar em ver o meu dia; ele viu, e se alegrou.” Os judeus disseram-lhe, então: “Não tens cinquenta anos e viste Abraão?” Jesus lhes respondeu: “Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão fosse, eu sou.” Então apanharam pedras para lançar sobre ele, mas Jesus se escondeu, e se retirou do Templo.

Endurecimento dos judeus – A fúria dos judeus chegou ao limite e Jesus é forçado a fugir deles. Em breve eles vão matá-lo; mas quão diferente é a sua sorte da sua! Por obediência aos decretos de seu Pai celestial, por amor aos homens, ele se entregará em suas mãos, e eles o matarão, mas ele sairá vitorioso da sepultura; ele subirá aos céus e se sentará à direita de seu Pai. Eles, ao contrário, depois de satisfazer sua fúria, irão dormir sem remorso até o terrível despertar que está preparado para eles. É palpável que a reprovação desses homens será eterna. Vede como o Salvador fala severamente: “Vós não ouvis a palavra de Deus porque vós não sois de Deus”. Não obstante, houve um tempo em que eles eram de Deus: pois o Senhor dá toda a sua graça, mas eles fizeram esta graça estéril... eles tremem na escuridão e não verão mais a luz que rejeitaram. “Dizeis que Deus é vosso Pai, mas você não o conheceis.” Por renegar o Messias, a Sinagoga chegou a não conhecer também o mesmo Deus único e soberano, cujo culto a deixa orgulhosa; de fato, se ela conhecesse o Pai, ela não rejeitaria o Filho. Moisés, os Salmos, os Profetas, são para a Sinagoga uma letra morta, e esses livros divinos logo passarão para as mãos dos povos, que saberão lê-los e entendê-los. “Se eu dissesse que não O conheço, Eu seria um mentiroso como vós.” Por causa da dureza da linguagem de Jesus, já se pode adivinhar a ira do juiz que descerá no último dia para esmagar as cabeças dos pecadores contra a terra. “Jerusalém não conheceu o tempo de sua visita, o Filho de Deus saiu ao seu encontro e ela tem a falta de vergonha de lhe dizer que Ele está possuído pelo demônio”. Lance o Filho de Deus no Verbo eterno, que prova sua origem pelos prodígios mais evidentes, que Abraão e os Profetas são maiores que Ele. Estranha cegueira que vem do orgulho e dureza de coração! A Páscoa está próxima, esses homens comerão religiosamente o cordeiro simbólico; eles sabem que este cordeiro é uma figura que deve ser realizada. O verdadeiro cordeiro será imolado por suas mãos sacrílegas e não o reconhecerão. O sangue derramado por eles não os salvará. Seu infortúnio nos leva a pensar em tantos pecadores endurecidos, para quem a Páscoa deste ano será tão estéril quanto os anos anteriores; renovemos nossas orações por eles e peçamos que o sangue divino que pisarem com seus pés não clame contra eles diante do trono do Pai celestial.

No Ofertório o cristão, cheio de confiança nos méritos do Sangue que o resgatou, endossa as palavras de Davi para louvar a Deus e reconhecê-lo como o autor da nova videira cuja fonte inesgotável é o sacrifício de Jesus Cristo.

OFERTÓRIO

SENHOR, eu Vos louvo com todo o meu coração; beneficiai o vosso servo para que viva e observe os vossos preceitos. Dai-me vida nova, Senhor, segundo a vossa promessa.

A Igreja pede na Secreta que o Sacrifício que ela oferecerá para reproduzir o da cruz, obtenha em nós os mesmos resultados.

SECRETA

SENHOR, nós Vos suplicamos, que estas ofertas quebrem os laços de nossa malícia, e nos alcancem os Dons de vossa misericórdia. Por Nosso Senhor.

A antífona da Comunhão é composta pelas mesmas palavras com as quais Jesus Cristo instituiu o sacrifício que acaba de ser celebrado, no qual o sacerdote e os fiéis participam da memória da Paixão cuja memória e mérito infinito foram renovados.

COMUNHÃO

ISTO é o Corpo que por vós será entregue: este é o Cálice do Novo Testamento em meu Sangue, diz o Senhor. Fazei isto, todas as vezes que os receberdes, em memória de Mim.

Na Póscomunhão, a Igreja pede a Deus que preserve nos fiéis os frutos da visita que ele se dignou fazer, entrando neles através da participação nos Mistérios sagrados.

PÓSCOMUNHÃO

ASSISTI-NOS, ó Senhor, Deus nosso, e defendei com incessantes auxílios, aqueles a quem restaurastes com os vossos Mistérios. Por Nosso Senhor.




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