O QUE É A FORMA EXTRAORDINÁRIA?

Como se pode notar nosso site é dedicado à Forma Extraordinária, sua divulgação e formação básica dos fiéis para que possam participar da Santa Missa e Liturgia como tal na sua forma antiga.

Quando dizemos “Forma Extraordinária” nos referimos à denominação que o Santo Padre Bento XVI deu em seu Motu Proprio Summorum Pontificum à Missa anterior ao Concílio Vaticano II, a qual nunca foi abolida e que agora está sendo redescoberta pelas novas gerações. 

Nossa Adesão e preferência pela Forma Extraordinária não é de modo algum movida por aversão ou, pior, reprovação pela Forma Ordinária (Missa de Paulo VI), antes é nossa prova de amor à Igreja, pois amando a Missa e a Liturgia tradicionais, amamos aquelas mesmas cerimônias que foram amadas por séculos na Igreja por milhares de Santos, para os quais nada havia nesse mundo de mais sagrado.

Nossa adesão é aprovada e querida pela Igreja, por isso, procuramos com este nosso pequeno Apostolado divulgar a Forma antiga da celebração da Santa Missa da Igreja e disponibilizar material para uma melhor participação nas sagradas cerimônias.

 

O APOSTOLADO FERR

O que é?

O Apostolado FERR nasceu no dia 27 de setembro de 2015 em resposta a muitos pedidos de amigos e conhecidos, leigos e mesmo sacerdotes, que buscavam uma fonte de conhecimento, subsídios e descrições sobre as sagradas cerimônias da Igreja na Forma Extraordinária do Rito Romano. Uma fonte que não se preocupasse tanto com as discussões existentes no mundo tradicionalista, mas sim oferecer tanto ao leigo como ao clérigo meios para maior conhecimento e melhor participação na sagrada Liturgia da Igreja em sua forma antiga.

 

Fundação

O Apostolado FERR foi fundado pelo Reverendíssimo Padre Jorge Luís pertencente à Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, quando ainda era seminarista.

Qual a necessidade deste Apostolado?

O Padre Jorge Luís é nordestino, portanto, de fora do que seria o território da Administração Apostólica que fica limitada ao território da Diocese de Campos. Como qualquer diocese normal a Administração Apostólica, embora dê assistência a fiéis em várias dioceses no Brasil, preocupa-se primariamente com os fiéis que estão sob o seu cuidado, como é natural. Por isso, por exemplo, leigos e padres de fora deste território têm nitidamente dificuldades em encontrar material sobre a Liturgia em sua forma antiga.

Sendo assim, tendo sentido essa dificuldade, o mesmo Padre iniciou de modo simples este Apostolado como uma opção para os leigos e sacerdotes que estão fora do território da Administração Apostólica.

Por que o nome “Forma Extraordinária do Rito Romano”?

Além dos motivos já citados acima, quando dizemos que este Apostolado é dedicado à Forma Extraordinária do Rito Romano queremos dizer também que o que aqui fazemos é dedicado a todos os que desejam viver conforme a Liturgia antiga. Por isso, temos e já tivemos em nossa equipe pessoas que estão mais ligados ao Instituto Cristo Rei e ao Instituto Bom Pastor, sem falar da própria Administração Apostólica. Assim, o Apostolado FERR teria certa representatividade do mundo tradicional.

 

Brasão do Apostolado FERR
EXPLICAÇÃO

No topo do brasão encontramos a tríplice Tiara Papal representando à tríplice autoridade do papa como “Pastor Universal (tiara superior), Competência Eclesiástica Universal (tiara do centro) e o Poder Temporal (tiara inferior)”, as ínfulas que abraçam a cruz e o cetro real simbolizam tanto o poder sacerdotal, que o Bispo possui em plenitude, quanto seu dever de possuir o conhecimento da Sagrada Escritura (Antigo e Novo Testamento) para bem exercer seu múnus de ensinar.

Na lateral superior esquerdo do brasão vemos a Cruz eclesiástica onde o braço superior representa a inscrição colocada por Pilatos na cruz de Jesus. Foi adotado por cardeais e arcebispos como uma distinção hierárquica.

 

Na lateral direita o cetro real com a águia representando a realeza sustenta a Cruz Triunfante demonstrando o triunfo final e reinado de Jesus Cristo sobre o mundo. Também é símbolo da evangelização mundial. Na arte cristã, esta cruz é usada no topo do cetro de Jesus para mostrar seu Reino em glória, já nas laterais encontramos o suporte de brasão como leões reais.

O escudo se divide em três símbolos papais, no primeiro quartel encontramos o símbolo da Companhia de Jesus (Jesuítas), onde o Sol: mostra a propagação do Cristo em todos os continentes; cravos e cruz: alusão à terceira semana dos exercícios espirituais e à paixão do Senhor e por fim o IHS: nome de Cristo em grego ou como se usava na Idade Média: Ihesus. Este símbolo é encontrado também no Brasão Pontifical do Papa Francisco.

No quartel esquerdo inferior vemos a concha que podemos encontrar no Brasão do Papa Emérito Bento XVI que trás uma tríplice significância: Primeiro, ela tem um significado teológico: pretende recordar a lenda atribuída a Santo Agostinho, o qual encontrando um jovem na praia, que com uma concha procurava pôr toda a água do mar num buraco cavado na areia, lhe perguntou o que fazia.

Ele explicou-lhe a sua vã tentativa, e Agostinho compreendeu a referência ao seu inútil esforço de procurar fazer entrar a infinidade de Deus na limitada mente humana. A lenda possui um evidente simbolismo espiritual, para convidar a conhecer Deus, mesmo se na humildade das inadequadas capacidades humanas, haurindo da inexauribilidade do ensinamento teológico.

Além disso, a concha é usada há séculos para indicar o peregrino: simbolismo que Bento XVI quer manter vivo, no seguimento das pegadas de João Paulo II, grande peregrino em todas as partes do mundo. A casula por ele usada na solene liturgia do início do seu Pontificado, no domingo, 24 de Abril, tinha bem evidenciado o desenho de uma grande concha. Ela é também o símbolo presente no brasão do Antigo Mosteiro de Schotten, perto de Regensburgo, na Baviera, ao qual Joseph Ratzinger se sente espiritualmente muito ligado.

No terceiro quartel no lado direito o Leão alado símbolo de São Marcos que encontramos no brasão de São João XXIII, sustentando um livro aberto que traz a legenda: PAX TIBI MARCE EVANGELISTA MEVS, em letras de sable.

As divisórias do brasão são tríplices representando a Santíssima Trindade, ornada da flor de lis, que também faz alusão a Santíssima Trindade como podemos remeter a Virgem Santíssima. No Coração do brasão encontramos o Símbolo da Santíssima Eucaristia, a Sagrada Escritura com a estola Sacerdotal remetendo ao Santo Sacrifício da Missa. E por fim a divisa que trás a data de fundação 27/09/2015 e o lema “INTROIBO AD ALTARE DEI” que quer dizer “SUBIREI AO ALTAR DE DEUS”.

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